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Preso em operação contra fraude em criptomoedas tinha 'certificado' de conta com R$150 milhões

Preso em operação contra fraude em criptomoedas tinha 'certificado' de conta com 150 milhões — Foto: Gaeco/Divulgação

Preso em operação contra fraude em criptomoedas tinha 'certificado' de conta com 150 milhões — Foto: Gaeco/Divulgação

Um dos presos durante uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e policiais civis da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba (SP), realizada na manhã desta quarta-feira (1º), tinha "um certificado" de uma conta com mais de R$ 140 milhões de reais.

A ação, chamada de Operação Criptogolpe, investiga um grupo suspeito de aplicar golpes com criptomoedas. Seis pessoas foram presas até o momento. Computadores, documentos e carros, entre eles um de luxo, foram apreendidos.

Moedas apreendidas durante operação em Sorocaba (SP) são usadas como símbolos e que não possuem valor atrelado.— Foto: Divulgação

Moedas apreendidas durante operação em Sorocaba (SP) são usadas como símbolos e que não possuem valor atrelado. — Foto: Divulgação

São dez mandados de busca e apreensão e sete de prisão expedidos nas cidades de Sorocaba, São Paulo, Barueri e Araçoiaba da Serra (SP).

Além do certificado, que contém o valor em Euros, as equipes também encontraram duas moedas, que são usadas como símbolos e que não possuem valor atrelado.

Segundo a investigação, a quadrilha aliciava pessoas pela internet para investimento, porém, o valor não era aplicado. Conforme o Gaeco, mais de R$ 500 mil foram movimentados pelo grupo que mantinha vida de ostentação.

Gaeco e Deic de Sorocaba (SP) fazem operação contra grupo suspeito de aplicar golpes com criptomoedas — Foto: Wilson Gonçalves Jr./TV TEM

Gaeco e Deic de Sorocaba (SP) fazem operação contra grupo suspeito de aplicar golpes com criptomoedas — Foto: Wilson Gonçalves Jr./TV TEM

O grupo contava com o apoio de campanhas publicitárias veiculadas nas redes sociais e na televisão, em canais abertos. Também utilizavam personalidades influentes para conseguir a confiança das vítimas.

A investigação começou depois que o MP recebeu uma representação de uma das vítimas, que dizia ter perdido mais de R$ 700 mil para o grupo.

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