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Conheça uma das principais vantagens de investir em previdência privada

Tão logo acontece a morte de um parente, inicia-se um processo burocrático, longo e caro para que o patrimônio financeiro da pessoa falecida seja repassado a seus herdeiros. A família tem de lidar com uma série de despesas e esperar vários meses até que os bens estejam disponíveis.

Isso se não houver algum montante investido em previdência privada. Apesar de pouco conhecida, a sucessão rápida, mais econômica e sem burocracia é uma das principais vantagens do produto. Confira, abaixo, 3 pontos importantes sobre a sucessão em planos de previdência privada.

1. Sem burocracia

Quando um familiar próximo morrer, você não vai acessar os bens dele imediatamente. Todo o patrimônio financeiro passará pelo processo de inventário. Até que esse processo seja finalizado, tudo fica bloqueado. Ou seja, quem tem direito a eles pode ficar vários meses sem poder movimentá-lo. E se virar um processo judicial, os meses podem se transformar em anos.

Os planos de previdência privada, no entanto, não passam pelo processo de inventário. Os valores vão diretamente para os beneficiários indicados pelo titular. Por isso, manter as informações dos beneficiários atualizadas é muito importante. Pode acontecer, por exemplo, de estar faltando um beneficiário, como um filho que nasceu depois que você já tinha o plano e não estará apontado no momento do pagamento pela seguradora. Ou constar uma pessoa indicada que você não gostaria mais de beneficiar. A agilidade da sucessão fica prejudicada se a seguradora não souber os dados de quem deve receber o dinheiro. Na falta de indicação, é seguida a ordem de vocação hereditária prevista no Código Civil brasileiro. Ou seja, sua família mais próxima fica com o patrimônio: filhos, cônjuges e pais (veja mais no item 3).

Vale lembrar que os beneficiários só têm acesso aos valores se a morte ocorrer antes da data de aposentadoria definida pelo titular. Depois que ele se aposenta, pode não haver sucessão: se ele morrer, o dinheiro para pagar a renda vitalícia ou temporária do titular do plano de previdência fica para a seguradora.

2. Economia

Há uma infinidade de despesas atreladas ao processo de inventário. É preciso contratar advogado, pagar imposto, arcar com custos judiciais e de cartório, entre outras obrigações. Essa série de gastos pode somar até 15% do total de seus bens.

Como os planos não passam pelo processo, essa lista de despesas é eliminada do orçamento.

3. Controle sobre os bens

Quem faz um plano de previdência tem maior controle sobre quem vai ficar com seu patrimônio. Os bens que passam por inventário são repassados aos chamados herdeiros necessários, os familiares mais próximos.

Na previdência privada, é o titular quem define seus beneficiários. Se ele quiser dar 5% do valor para um primo distante, pode. Só há a ressalva de que essa distribuição dos bens não pode se afastar muito dos herdeiros necessários. Se um deles se sentir prejudicado e acionar a Justiça, pode anular a estratégia de sucessão elaborada pelo titular.

Vários titulares de previdência privada investem porque a empresa patrocina, o gerente do banco recomenda ou os benefícios tributários são atrativos. Seja qual for o motivo, não deixe de aproveitar também as vantagens sucessórias desse investimento. Em PGBL ou VGBL, sempre preencha e atualize a indicação dos beneficiários.

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